Regulamento 2022

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Esta página é uma reprodução do regulamento previsto para 2022 e portanto não substitui o documento original e suas atualizações em caso de alterações necessárias!

Artigo 1º – Inscrição

I) Para efetuar a inscrição, os interessados deverão acessar a página de inscrição no site oficial para realizar o cadastramento da sua Escola/Grupo/ e preenchimento das Fichas de Inscrição, conforme as orientações contidas nesta página oficial. Considerando-se que:

a) Para cada escola/grupo/cia deve ser preenchida uma FICHA DE APOIO constando obrigatoriamente:

– Dados da Escola/Grupo/Cia;

– Dados dos INTEGRANTES:

  • DIRETOR [discriminar se estará presente no evento];
  • COORDENADORES [camarim, som e luz são recomendados];
  • AUXILIARES (funções diversas) [acesso somente aos camarins];
  • COREÓGRAFOS [caso se façam presentes, apenas um isento por coreografia];
  • BAILARINOS;
  • FIGURANTES [se for o caso];

– PERÍODO/HORA PREFERENCIAL PASSAGEM DE PALCO (conforme item VI deste artigo);

– ORDEM PREFERENCIAL DAS COREOGRAFIAS (conforme item V do artigo 9º).

b) Para cada coreografia deve ser preenchida uma FICHA TÉCNICA constando:

– NOME da coreografia;

– Nome dos COREÓGRAFOS;

– Tipo de MOSTRA;

– MODALIDADE e SUB-MODALIDADE* [*opcional];

– MÚSICA [finalizada e editada dentro dos limites de tempo de cada categoria/níve];

– TEMPO DA APRESENTAÇÃO (com ou sem música, dançada ou encenada);

– ELEMENTOS CÊNICOS (conforme item VI do artigo 9º);

– PROPOSTA COREOGRÁFICA [*opcional];

– DATA de preferência da apresentação;

– DATA NASCIMENTO E NOME dos INTEGRANTES.

II) As taxas de inscrição serão por participante em cada coreografia e o pagamento destas obedecerá a seguinte tabela:

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III) O pagamento das taxas de inscrições do APOIO de cada escola/grupo/cia/bailarino independente, obedecerá a tabela a seguir: Parágrafo único. Deverá ser pago o valor de R$ 10,00 (dez reais) por coreografia relativo ao ECAD.

valor2

b) Coordenadores: Poderão ser inscritos 02 (dois) coordenadores de Som e Luz e 01 (um) Coordenador de Camarim com funções nominais e intransferíveis. Além de acesso a Camarins e Galerias, somente os 02 (dois) coordenadores de Luz e Som e o Diretor terão acesso a Cabine de Sonorização e Iluminação.a) Os inscritos como apoio pagarão a referente taxa individual de cada coreografia que atuar como bailarino/figurante.

c) Auxiliares: Poderão ser inscritos até 06 (seis) auxiliares (maquiagem, cabelo, motorista, etc) com funções nominais e intransferíveis, que terão acesso apenas aos camarins e as galerias.

d) Figurantes: são integrantes complementares a encenação dos Grupos na modalidade de Balé Clássico de Repertório ou outra se autorizada previamente pelo COJED, exercendo função secundária e “decorativa”, não interferindo diretamente na composição coreográfica, pois não possui atribuições de bailarino e, portanto, NÃO DANÇAM. O limite máximo permitido é de 20% (vinte por cento) do número de bailarinos inscritos na coreografia e não alteram os percentuais de idade do Grupo inserido. Caso seja constatado irregularidades no uso desta função a coreografia será automaticamente desclassificada.

IV) As escolas deverão indicar o dia escolhido para cada apresentação e período/horário de preferência para passagem de palco, contudo será dado a seguinte prioridade pela organização em casos de número excedente de solicitações:

a) Geral: Data do pagamento e envio da (s) inscrição (s) no festival;

b) Sexta-feira: Inscritos com origem em localidades com tempo inferior a 03 (três) horas de viagem;

c) Sábado: Inscritos com origem em localidades com tempo superior a 04 (quatro) horas de viagem;

d) Domingo: Inscritos com origem em localidade com tempo inferior a 04 (quatro) horas de viagem.

V) Haverá um limite máximo de aproximadamente: 6 (seis) horas de apresentações e/ou 100 (cem) coreografias inscritas por dia. Solicita-se facultativamente, dentro das possibilidades das Escolas, Cias ou Grupos com mais de 20 (vinte) coreografias, que façam suas apresentações em mais de um dia do Festival e os que os SOLOS sigam uma proporção próxima de 01 (um) para cada 03 (três) coreografias de outras categorias;

VI) As coreografias que não forem enviadas COMPLETAS pelo sistema ou que não realizarem o pagamento dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas, serão desconsideradas pela organização para quaisquer fins;

VII) Não haverá substituição de bailarinos (as) participantes, salvo previamente autorizado pelo Comitê Organizador do Jaguarão em Dança, bem como não serão devolvidas as taxas de inscrição de participantes que não se apresentem por quaisquer motivos;

VIII) Não serão aceitas trilhas que contenham 02 (dois) ou mais músicas em arquivos separados (cada uma em arquivo diferente, sem edição ou “colagem” musical) para a mesma coreografia, bem como aqueles que ultrapassarem os limites de tempo estabelecidos pelo regulamento.

IX) Durante o evento os participantes devem portar consigo a Carteira de Identidade original ou Certidão de Nascimento original, para fins de comprovação de idade a qualquer tempo, bem como os Diretores, Coordenadores, Auxiliares ou Responsáveis pelos bailarinos (as) menores de idade deverão portar autorização dos pais/mães ou responsáveis destes para participar do festival;

X) O pagamento das inscrições poderá ser feito com Depósito ou Transferência Bancária identificado na Conta Corrente: 13.340-X, Agência: 0147-3 do Banco do Brasil em nome de Tiago Coimbra Machado ou transferência (giro) em Abitab (abitab.com.uy), redpagos (redpagos.com.uy)  ou Western Union (westernunion.com.uy) com retirada em Rio Branco – UY acrescentando os custos de taxas em nome de Luiza Amaro da Silveira Araujo (C.I 3083486344). As vagas somente serão oficializadas e divulgadas após o pagamento efetuado e a confirmação pela organização dentro dos prazos estabelecidos neste regulamento;

XI) Os ingressos serão vendidos única e exclusivamente pelo site do evento de forma antecipada, NÃO SENDO PERMITIDO QUALQUER TIPO DE RESERVA para pagamento posterior. Os valores serão cobrados conforme descrito no artigo 15º deste regulamento;

XII) Os alunos do Ayuni Studio de Dança que não estiverem compondo as equipes da organização poderão inscrever-se no festival conforme a categoria, modalidade e nível previstos neste regulamento, fazendo jus a respectiva premiação em MOSTRA AVALIATIVA apenas, ou seja, não concorrem com as demais escolas, grupos, cias e não participam das premiações especiais gerais.

 Artigo 2º – Concursos

I) Os inscritos podem escolher entre duas formas distintas de Concurso no Festival que, para fins de organização e classificação, são denominados de:

Concurso em Mostra Avaliativa: coreografias inscritas nessa forma de concurso não concorrem contra outros participantes e sua premiação é baseada apenas pela nota obtida, independentemente de haver ou não outras coreografias com o mesmo padrão coreográfico especifico. Sendo voltado principalmente para iniciantes, escolares, formação ou aqueles que não tenham como objetivo a concorrência direta com outros participantes, mas apenas uma avaliação do seu trabalho e incentivo aos alunos;

Concurso em Mostra Competitiva: coreografias inscritas nesse sistema além da avaliação de sua apresentação, concorrem as premiações e destaques especiais em disputas com os demais inscritos dentro dos padrões coreográficos específicos e gerais previstos no item IV deste artigo. É voltada para quem tem o objetivo de conquistar premiações maiores e mais desafiadoras através da disputa com outros participantes e de uma avaliação mais “rigorosa”, conforme as divisões.

II) No Concurso da Mostra Avaliativa há apenas um segmento de premiação baseado no Padrão Coreográfico Especifico para premiação de cada dia.

III) No Concurso da Mostra Competitiva são: 03 (três) segmentos de base para premiação a cada dia tendo o Padrão Especifico (modalidade/categoria/nível), Padrão Geral Intermediário (Modalidade/Divisão), Padrão Geral Avançado (Divisão); 04 (quatro) segmentos especiais por cada dia tendo Figurino, Revelação, Bailarino e Bailarina; e 01 (um) segmento máximo por Festival (Divisão).

IV) O Padrão Coreográfico mencionado nos itens anteriores e para determinações deste regulamento, são os conjuntos de até 03 (três) componentes descritos a seguir, que classificam uma coreografia inscrita para fins de apresentação, avaliação e principalmente, premiação especifica e/ou geral dentro de cada tipo de concurso:

a) MODALIDADES:

Parágrafo Primeiro.  Serão considerados para fins de concurso as seguintes modalidades:

  • Balé Clássico de Repertório: Obras ou fragmento de obras do repertório tradicional dos séculos XV ao XIX. No nível Infantil poderá ser apresentado na meia ponta e, obrigatoriamente a partir do nível Juvenil, deve ser apresentado na ponta.
  • Balé: Coreografias criadas utilizando exclusivamente os passos do balé em qualquer estilo, exceto o clássico de repertório.
  • Jazz: Coreografias estruturadas sobre qualquer tendência do Jazz e suas influências.
  • Contemporâneo: Obras estruturadas sob princípios das escolas modernas e pós-modernas, incluindo dança-teatro.
  • Danças Urbanas e Pop: Coreografias estruturadas sob qualquer estilo das danças urbanas, danças de rua, danças pop modernas e suas variantes.
  • Danças de Salão: Danças populares representativas de regiões e trabalhos originais em diversos ritmos (tango, salsa, samba, forró, etc), incluindo as danças de salão sociais folclóricas de casal (gaúcha, etc)
  • Dança do Ventre: Representações da Bellydance, do clássico ao contemporâneo em seus diversos estilos, tendências e fusões, com exceção àquelas típicas do folclore árabe e tribal.
  • Folclore: Coreografias tradicionais e/ou de projeção de representações folclóricas de todas as etnias, nacionalidades e regiões do Brasil (árabes, flamencas, francesas, asiáticas, nórdicas, balcânicas, pan-americanas, ciganos, gaúchos, country/sertanejo, nordestinas, etc.) em. Analisadas cênica e coreograficamente (show), não se levando em consideração os regramentos específicos da cultura em suas obrigatoriedades ou proibições. Com exceção dos Sapateados e Danças de Salão, que estão em categorias próprias.
  • Sapateado: Coreografias de todos os estilos de sapateado, incluso de danças folclóricas (irlandês, flamenco, chula, malambo, etc.). Analisadas cênica e coreograficamente (show), não se levando em consideração os regramentos específicos, em suas obrigatoriedades ou proibições.
  • Livre: Coreografias híbridas, ou seja, aquelas com influência e mistura de diversas modalidades de danças, estilos e técnicas, sem ter uma definição específica e que não se encaixem nas demais modalidades deste regulamento (Tribal, Híbridas diversas etc…). Analisadas cênica e coreograficamente (show). Cuidado para não inscrever coreografias de outras modalidades inadequadamente.
  • Artes Performáticas: Apresentações coreografadas de modalidades como: pole dance, ginásticas, patinação, artes marciais, técnicas circenses entre outras semelhantes. Analisadas cênica e coreograficamente (show), não se levando em consideração os regramentos específicos da (s) modalidade (s) apresentada (s), em suas obrigatoriedades ou proibições.
  • Especial: Composições de coreografias em diversos estilos, que possua maioria de integrantes:

                    i) PcD (pessoas com deficiência: motora, física, intelectual, visual ou auditiva); e/ou

                     ii) PNE (portadores de necessidade específicas: pessoas que não se encontrem em plena capacidade de independência, ou que necessitem de alguma adaptação para tal. Ex.: grávidas, engessados, idosos com mobilidade reduzida, etc.).

Parágrafo Segundo. Aqueles que apresentarem coreografia com proposta diferente da modalidade inscrita (ex.: apresentar folclore árabe estando inscrito na dança do ventre ou apresentar chula, inscrito em folclore gaúcho quando deveria estar em sapateado), serão readequados a modalidade “correta”, de acordo com parecer do avaliador técnico da modalidade inscrita e/ou daquele avaliador técnico em que deveria ter sido inscrito!

 Parágrafo Terceiro. A sub-modalidade e/ou estilo não se caracteriza um padrão, porém deverão ser descritos na ficha de inscrição junto a proposta coreográfica que será apresentado, a fim de facilitar a análise da comissão avaliadora e o ajustamento dos comentários do avaliador técnico. Alguns exemplos:

  • Sub-Modalidades no Balé: Clássico, Romântico, Contemporâneo…
  • Sub-Modalidades no Jazz: Clássico, Lírico, Teatro, Latino, Afro…
  • Sub-Modalidades no Contemporâneo: especificar métodos e técnicas utilizadas.
  • Sub-Modalidades nas Danças Urbanas e Pop: Funk, Reggaeton, Stilleto, K-Pop, Locking, Wacking/Punking, Vogue, Up Rocking, Popping, Waving, Scare Crow, Animation, King Tut, Boogalooing, B. Boying, Hip Hop Freestyle, House Dance…
  • Sub-Modalidades nas Danças de Salão: Forró pé de serra, Salsa, Zouk, Bachata, Bolero, Tango, Samba, Gaúcha Chamamé…
  • Sub-Modalidades na Dança do Ventre: Clássico, Moderno, Fusão. Estilo: Argentino, Egípcio, Libanês, Russo, Americano, Turco…
  • Sub-Modalidades na Dança Tribal: ATS, Gótico, ITS, Fusion, Brasil…
  • Sub-Modalidades no Folclore: Tradicional ou Projeção Árabe, Flamenco, Hindu, Chinês, Japonês, Havaiano, Indonésio, Alemão, Português, Espanhol, Gaúcho, Country/Sertanejo, Frevo, Maracatu, Afro, Polonês…
  • Sub-Modalidades no Sapateado: Americano, Irlandês, Espanhol/Flamenco, Malambo, Chula.
  • Sub-Modalidades no Livre: modalidades de danças híbridas
  • Sub-Modalidades nas Artes Performáticas: pole dance (Acrobático, Burlesco,…), ginástica (rítmica, artística, aeróbica, acrobática,…), patinação (freestyle, artística, ), artes marciais, artes circenses (torres; barras, pole dance; aros, liras, tecidos, cordas aéreas, acrosport…)

b) NÍVEIS e DIVISÕES:

Parágrafo Primeiro. Para determinação dos Níveis de cada coreografia inscrita nos Concursos das Mostras Avaliativa e Competitiva deverá ser considerado a MÉDIA DE IDADES com limite máximo de 35% (trinta e cinco por cento) do total de bailarinos de idade superior subsequente e, no caso do nível máster aqueles de idade inferior subsequente. Sendo considerados os seguintes níveis:

  • Infantil: até 09 (nove) anos; (Divisão Júnior)
  • Infanto-Juvenil: de 10 (dez) anos até 13 (treze) anos; (Divisão Júnior)
  • Juvenil: de 14 (quatorze) anos até 17 (dezessete) anos; (Divisão Sênior)
  • Adulto: de 18 (dezoito) anos até 49 (quarenta e nove) anos; (Divisão Sênior)
  • Master: a partir de 50 (cinquenta) anos. (Divisão Sênior)

Parágrafo Segundo. Coreografias com integrante (s) acima do limite determinado no parágrafo anterior, ou integrante (s) de outro nível não subsequente, será inscrito no respectivo nível daquele componente de maior idade.

Parágrafo Terceiro. Para fins competitivos gerais serão consideradas 02 (duas) divisões:

  • Júnior: compreendendo os níveis Infantil e Infanto-Juvenil;
  • Sênior: compreendendo os níveis Juvenil, Adulto e Master.

Parágrafo Quarto. É de inteira responsabilidade das instituições de ensino/dança definir a idade para o uso de pontas no balé, respeitando as características e desenvolvimento físico e técnico de cada bailarina (o), evitando o início precoce e prejudicial a integridade física destes. Recomendamos o nível Infanto-Juvenil, desde que haja compatibilidade das técnicas com o desenvolvimento.

c) CATEGORIAS:

Parágrafo Único. Cada categoria distingue-se conforme o número de componentes na coreografia:

  • Solo: apenas 01 (um) integrante;
  • Duo/Trio: de 02 (dois) a 03 (três) integrantes;
  • Conjunto: de 04 (quatro) a 07 (sete) integrantes;
  • Grupo: a partir de 08 (oito) integrantes.

Artigo 3º – Tempos

I) O tempo máximo está descrito na tabela abaixo sendo determinado pela categoria e nível de cada coreografia:

Sem título

II) No sistema poderá ser excedido no máximo 15 (quinze) segundos do tempo limite. Não haverá “tolerância sobre a tolerância” de tempo permitido.

III) Nas coreografias de Ballet Clássico de Repertório será aceito o tempo real da obra apresentada desde que não exceda o tempo limite de 10 (dez) minutos, apenas para os níveis juvenil, adulto e master.

VI) Para a Passagem de Palco e Montagem/Desmontagem de Elementos Cenográficos nas Apresentações serão estipulados tempos extras conforme previsto nos artigos 8º e 9º deste regulamento.

Artigo 4º – Transporte, Alimentação e Hospedagem

I) O transporte diário, durante o festival é de responsabilidade única e exclusiva dos próprios participantes;

II) O festival buscará oferecer alojamentos a custos acessíveis, que serão divulgados no site do festival. Caso disponível este serviço, o envio da solicitação e o respectivo pagamento deverá ser realizado à organização com no mínimo 30 (trinta) dias de antecedência da data inicial do evento;

III) A organização do festival não se responsabilizará por objetos pessoais e de valores extraviados ou esquecidos nos locais de hospedagem parceiros do evento;

IV) A organização do Jaguarão em Dança não irá oferecer qualquer tipo de alimentação aos participantes incluída na inscrição, entretanto orientará locais mais acessíveis com previsão de instalar uma praça de alimentação em frente ao Teatro se autorizados pela Prefeitura Municipal.

Artigo 5º – Recepção e Programação

I) O diretor de cada grupo deverá se dirigir a Secretaria Geral do Festival nos horários estipulados pelo cronograma abaixo, onde serão recepcionados pelo Comitê Organizador do Jaguarão em Dança para a retirada das credenciais e assinatura de termos e recibos;

II) As Credenciais são de uso obrigatório e intransferível, sem a mesma não será permitida a entrada nos camarins externos e internos, palco e galerias, bem como demais documentos citados.

III) A previsão inicial da programação seguirá o seguinte cronograma abaixo, sujeito a alterações posteriores, conforme necessidades do COJED:

agenda port

Artigo 6º – Regras do Theatro Esperança

I) São determinações da Administração Interna do Teatro e regulamentações dadas pelas Legislações vigentes:

  • Respeitar o limite de capacidade máxima de pessoas estipulado no PPCI;
  • Proibido desligar as luzes de emergência das tomadas exclusivas para este fim;
  • Manter as Portas e Escadarias desobstruídas;
  • Proibido fumar nas dependências do Teatro;
  • Proibido consumo de ALIMENTOS E BEBIDAS dentro do Teatro, inclusive CHIMARRÃO/MATE;
  • Proibido “demarcar” assentos e cadeiras para espectadores não presentes no local;
  • Crianças no 3º (terceiro) andar somente acompanhadas dos Responsáveis.
  • Proibido Trânsito por Menores de idade nas escadarias que ligam o Palco as Galerias.

Artigo 7º – Camarins

I) É proibido o uso das galerias para trocas de figurino e maquiagem afim de evitar incidentes, acidentes ou danos aos equipamentos e instalações, bem como utilizar os banheiros do Teatro para esse mesmo fim, mantendo-os livre para uso do público geral. Pena de desclassificação da (s) coreografia (s) cujos integrantes descumpram o regulamento, caso verificado a irregularidade pelo COJED, por reclamação/denúncia ou flagrante;

II) Os CAMARINS podem ser ocupados segundo determinações da Comissão Organizadora e são de acesso exclusivo aos bailarinos, coreógrafos, diretores e auxiliares devidamente credenciados, sendo solicitado a permanência nestes (principalmente nos internos) enquanto aguardam o momento da apresentação, evitando tumultuar a área junto ao palco e corredor de acesso lateral que são limitados e, portanto, não é permitido pessoas sem autorização nestes locais;

III) Pela capacidade reduzida dos poucos camarins disponíveis no Teatro Esperança, serão acrescidos camarins externos para atender a demanda do Festival, sendo considerado prioritários os GRUPOS com maior número de coreografias e de integrantes dos níveis Infantil, Infanto-Juvenil e Master, para uso dos Camarins Internos conforme a disponibilidade desses;

IV) A organização do evento não se responsabiliza por objetos esquecidos nos camarins, solicitando que cada escola tenha um coordenador responsável, para evitar maiores transtornos.

Artigo 8º – Passagem de Palco

I) A previsão inicial do Cronograma da Passagem de Palco será divulgada até 05 (cinco) dias úteis após o encerramento das inscrições, e os participantes poderão solicitar alterações até 24 (vinte) horas após a divulgação, que poderão ou não ser deferidas pelo Comitê Organizador de acordo com as possibilidades e critérios deste regulamento.

II) O Cronograma Oficial e definitivo da Passagem de Palco será divulgado com antecedência mínima de 03 (três) dias da data de início do Festival;

III) A passagem de Palco tem por finalidade o reconhecimento das instalações do teatro, do palco, da iluminação e verificação das músicas, onde cada grupo participante terá o tempo da soma das suas coreografias acrescidas de 1 (um) minuto cada, sendo o tempo de uso livre, contudo deverá ser observado o constante do item V deste artigo e deverá chegar impreterivelmente no mínimo 20 (vinte) minutos antes do seu horário previsto para a passagem de palco, transcorrendo seu tempo caso seja chamado para iniciar a passagem dentro deste período;

IV) Durante a passagem de palco deverá ser seguido a preferencialmente a ordem de apresentações das coreografias e conferido as trilhas no computador da equipe de sonorização, sendo terminantemente proibido alteração da música, exceto em caso de problemas no arquivo do áudio e com expressa autorização do COJED. Solicita-se, portanto, que um coordenador da escola/grupo/bailarino esteja presente junto a cabine durante as apresentações portando as trilhas em EXCLUSIVAMENTE em PEN DRIVE contendo SOMENTE as MÚSICAS APRESENTADAS NO FESTIVAL e nomeadas com: NÚMERO – NOME DA COREOGRAFIA. Exemplo: (34 – Meu Amor) no formato de arquivo [.MP3];

V) Músicas de coreografias que não sejam verificadas durante a passagem de palco, não poderão ser ouvidas no sistema de sonorização fora deste horário e caso apresente problema durante a apresentação oficial será automaticamente interrompida e desclassificada, caso a falha ocorra antes de iniciar a apresentação será solicitado a mídia original APENAS EM PEN DRIVE (conforme item anterior deste artigo) e caso persista o problema será automaticamente desclassificada;

VI) Aqueles que optarem por não realizar a passagem de palco, deverão comparecer junto a equipe de sonorização, imediatamente após o período de passagem de palco, para realizarem apenas verificação dos áudios no computador, observando o constante nos itens anteriores.

VII) Ensaio em local alheio a gerência da organização do evento são de total responsabilidade dos participantes envolvidos, sendo que não estão autorizados ensaios no teatro fora do horário estipulado para cada grupo e/ou em área distintas do palco principal;

VIII) A Passagem de Palco é aberta ao público em geral, estando liberado apenas a plateia (as galerias permanecerão bloqueadas), visando possibilitar a comunidade de Jaguarão acesso gratuito nesta etapa do evento, fomentado a participação e integração de novos espectadores com o Festival, Participantes e a Dança. Contudo no intervalo entre o término da Passagem de Palco e o início das Apresentações a pláteia deverá ser liberada, permanecendo apenas os bailarinos e apoio nos respectivos camarins.

IX) O público deverá manter silêncio e postura condizente para que não atrapalhe aqueles que estão realizando a passagem de palco no momento. No caso de descumprimento deste artigo os infratores serão advertidos e na reincidência, convidados a se retirarem do local, casos mais graves poderão acarretar em desclassificação, caso esteja inscrito no Festival.

Artigo 9º – Apresentações

I) A Previsão Inicial da Ordem das Apresentações será divulgada até 05 (cinco) dias úteis após o encerramento das inscrições e os participantes poderão solicitar alterações até 24 (vinte e quatro) horas após a data dessa divulgação, que poderão ou não ser deferidas pelo Comitê Organizador de acordo com as possibilidades e critérios deste regulamento.

II) A divulgação com a Ordem Oficial das Apresentações será com antecedência mínima de 02 (dois) dias da data de início do Festival;

III) Um responsável por coreografia deverá confirmar a presença de todos integrantes junto a coordenação de palco impreterivelmente 03 (três) coreografias antes da sua respectiva ordem de apresentação, sendo automaticamente desclassificadas as coreografias não apresentadas conforme determinado pela Ordem Oficial, sem ressarcimento dos valores referentes a inscrição ou quaisquer outros custos inerentes a sua participação no evento;

IV) Durante as apresentações é recomendado a presença de um diretor/coordenador junto a cabine de som e luz. Na sua ausência será realizado o procedimento padrão descrito no artigo 10º deste regulamento;

V) As apresentações ocorrem num palco de aproximadamente 10x10m com linóleo preto na vertical, sendo 08 (oito) peças de 1,4 metros de largura, preferencialmente iniciando pela Mostra Avaliativa com os níveis Infantil, Infanto-juvenil, Master, Juvenil e Adulto, posteriormente pela Mostra Competitiva pela mesma sequência anterior com intervalos de aproximadamente 05 a 10 (cinco a dez) minutos a cada 1h30min de apresentações, solicitação da banca de avaliadores e/ou necessidade da Comissão Organizadora.

VI) Serão permitidos elementos cênicos simples e práticos, bem como instrumentos musicais (sem ligação na sonorização) de fácil remoção, sob inteira responsabilidade dos próprios participantes que terão o tempo máximo de 01 (um) minuto antes e depois de sua apresentação para montagem e desobstrução do palco. A organização não permitirá a montagem/desmontagem de nenhuma cenografia ou equipamentos como: torres; barras, pole dance; aros, liras, tecidos, cordas aéreas e outros congêneres que tenham risco a segurança individual ou de terceiros sem o uso de EPIs e/ou sem técnico habilitado responsável, bem como possa danificar o linóleo, palco ou estruturas do teatro.

VII) É expressamente proibido apresentação com animais vivos, plantas ou objetos que possam sujar ou danificar o palco e/ou prejudicar as próximas apresentações tais como: pirotecnia, água, terra/areia, papel picado ou semelhantes; além de performances com genitálias descobertas, cunho preconceituoso ou intolerante contra religião, raça, sexualidade, pessoas públicas ou afins que poderão ser encerradas a qualquer momento que verificado a irregularidade a este regulamento e serão automaticamente desclassificadas;

VIII) Qualquer dano causado no linóleo, cortinado ou patrimônio do espaço físico do Festival, por algum integrante ou elemento cênico do grupo, será de total responsabilidade do diretor, coordenador e grupo, cabendo o devido e imediato ressarcimento financeiro destes, sendo passível de desclassificação, conforme a gravidade do ocorrido.

IX) É proibido transitar com figurinos que prejudiquem a visão dos espectadores ocupantes das cadeiras da plateia numerada e galerias a fim de evitar transtornos, bem como o uso de câmera fotográfica ou filmadora com luzes e flashes ligados que atrapalhem a iluminação, concentração dos bailarinos no palco ou a visibilidade dos demais espectadores. Pena de desclassificação da (s) coreografia (s) ou da escola/grupo/cia cujos integrantes ou acompanhantes descumpriam o regulamento e seja constatada e apurada a irregularidade pelo COJED, por reclamação/denúncia ou flagrante;

X) Em caso de denúncia de cópia (plágio) de coreografia, só haverá desclassificação caso o denunciante seja detentor dos direitos autorais da obra original. O COJeD é soberano para decidir sobre a desclassificação.

“O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, coreografia, obra audiovisual, etc.) contendo partes de uma obra que pertença à outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma. ”

Artigo 10º – Sonorização e Iluminação

I) As bases de iluminação e afinação do palco são as mesmas para todos os participantes;

II) Não será fornecido qualquer tipo de suporte extra para iluminação ou sonorização de elementos cênicos ou instrumentos musicais. Em caso do uso destes recursos, deverá ser informado na inscrição a necessidade de tomadas ou entradas de áudio para tais equipamentos, que poderão ser disponibilizados desde que não haja interrupções no andamento dos trabalhos das equipes da sonorização ou da organização, que não tem responsabilidade pela incompatibilidade dos materiais, equipamentos e estruturas oferecidos, bem como não haverá acréscimo de tempo ou Passagem de Palco extra para ajustes de som e luz nessas situações;

III) A sonorização será a mesma para todas as apresentações. A organização não se responsabiliza por problemas de gravação e edição que afetem a qualidade da música e consequentemente da apresentação;

IV) Caso não compareça nenhum representante da escola, cia ou bailarinos, a iluminação será a pré-estabelecida automaticamente, sem manipulação por parte do técnico, bem como a música será iniciada 10 (dez) segundos após anunciada a coreografia;

V) O técnico de iluminação será orientado a seguir as solicitações do diretor/coordenador de grupo. Nos casos de não comparecimento à cabine, o padrão adotado será automaticamente o pré-estabelecido pela organização utilizando luz branca uniforme em todo palco, não cabendo a este profissional realizar qualquer manipulação por conta própria.

Artigo 11º – Banca de Avaliação

I) As coreografias apresentadas serão analisadas por uma banca de avaliadores de expressão no meio artístico da dança, sendo que na Mostra Competitiva obrigatoriamente a banca deve manter a mesma composição de avaliadores para todas coreografias apresentadas, evitando-se mudança de critérios pessoais que interfiram nas notas e consequentemente no equilíbrio da competição e dos resultados gerais;

II) A Banca de Avaliação será divulgada no site oficial e nas mídias sociais oficiais do evento, antecipadamente., sendo composta por diversos profissionais com experiência comprovada nas suas respectivas modalidades, formando um corpo de avaliação eclético e flexível, sem que qualquer um desses possua algum tipo de comprometimento profissional direto e/ou indireto com participantes;

III) Caberá a organização, conforme suas possibilidades, integrar a banca ao menos um profissional qualificado para cada modalidade prevista desde que exista um número considerável de participantes inscritos nesta e, não havendo especialista, designar aquele com maior afinidade a modalidade para a função;

IV) A Banca de Avaliação é um Colegiado subordinado, porém independente ao Comitê Organizador, sendo suas decisões soberanas desde que estejam em conformidade com as estritas determinações deste regulamento e/ou por solicitação do COJED que estejam alinhadas aos objetivos, princípios e valores do Festival. Em casos extremos e devidamente amparado e justificado, o Comitê poderá desconsiderar/anular/retificar alguma decisão deste “órgão”, principalmente as que contrariarem os dispositivos supracitados e/ou que maculem a honra e a reputação como Organização e Evento de elevado grau de transparência, isonomia, respeito e dignidade;

V) Conforme o Cronograma previsto em contrato e o Cronograma Oficial de atividades do Festival, serão realizadas reuniões com a finalidade de apresentar as características do festival, da metodologia de avaliação, dos sistemas de avaliação e das premiações, bem como das atividades e funções desempenhadas pela banca, sendo de comparecimento obrigatório;

VI) Os Integrantes da Banca Avaliadora devem permanecer em constante atenção, sendo terminantemente PROIBIDO o uso de celulares no decorrer da apresentação de uma coreografia, e no caso de extrema necessidade (banheiro ou ligação urgentíssima), DEVERÁ SOLICITAR a coordenadora da banca de avaliadores para que a organização interrompa momentaneamente a Ordem das Apresentações, para que todas coreografias sejam avaliadas com a mesma qualidade;

VII) O Festival adotará como mais uma política de transparência e isonomia, o rodízio da banca avaliadora de cada edição, ficando impossibilitado de repetir os mesmos avaliadores na edição subsequente, bem como repetir no todo ou em sua maioria os integrantes de edições anteriores. Neste caso se ressalvam situações por motivo de “força maior”, devidamente justificadas pelo COJeD como: doenças, desistências, faltas, quebra de contrato, que não exista tempo hábil para reposição de componente (s) desta comissão de avaliação.

Artigo 12º – Avaliação

I) Independentemente do Concurso selecionado, a avaliação ocorre dentro do padrão coreográfico da modalidade/nível/categoria que cada coreografia é inscrita;

II) A Média Geral será a Nota Final de cada coreografia com até 02 (duas) casas decimais, sendo todas as notas obrigatoriamente divulgadas na integra no site oficial do festival;

III) As Avaliações contendo as notas, médias e os comentários de cada Avaliador estarão disponíveis aos Diretores no encerramento das premiações;

IV) NA MOSTRA AVALIATIVA: Os avaliadores deverão analisar as coreografias de forma global, buscando auxiliar no desenvolvimento do trabalho de coreógrafos e incentivando os bailarinos a melhorarem suas técnicas e estudos, determinando uma pontuação de 6,0 (seis) a 10 (dez), com apenas 01 (uma) casa decimal, justificando nos comentários os critérios utilizados para construção daquela respectiva nota parcial;

V) NA MOSTRA COMPETITIVA: Os avaliadores deverão analisar as coreografias, buscando determinar os melhores trabalhos coreográficos e técnicos apresentados no festival, conforme as distinções que se apresentam durante a edição vigente de forma comparativa e personalizada, sem considerar edições anteriores ou outros eventos. Somando-se os descontos e reduzindo-os da nota inicial chegar-se-á a nota final por avaliador, seguindo o método de avaliação abaixo descrito:

a) O Avaliador especialista atuará como AVALIADOR TÉCNICO na sua respectiva qualificação e somente este poderá fazer observações sobre as características técnicas da modalidade (figurino, utilização de movimentos e técnicas, exploração do palco e figuras coreográficas, adequação da proposta, etc.) tendo como foco o trabalho do “COREÓGRAFO;

b) Os demais avaliadores, serão AVALIADORES ARTÍSTICOS, e farão a análise das coreografias de forma cênica em sua execução, levando em consideração o impacto e a criatividades das propostas apresentadas de modo generalizado, apontando ocorrências comuns a qualquer modalidade (ritmo, sincronia, homogeneidade, etc…), tendo como foco maior a execução da coreografia pelos “BAILARINOS”;

c) Toda coreografia apresentada inicia com a nota máxima 10 (dez), e no decorrer da apresentação os avaliadores descontarão as ocorrências percebidas de acordo com sua função na banca, apontando as ocorrências e seus respectivos descontos, imputando-lhes um nível subjetivo de gravidade (Leve, Médio, Grave) no respectivo componente coreográfico, tendo como padronização para descontos, os seguintes graus de “penalizações”:

  • Leves: Descontos de 0,1 (um décimo), por cada detalhe que não cause tantos “danos” a apresentação. Exemplo: Um ou outro momento de falta de sincronismo nos braços durante execução por um ou mais componentes, etc.
  • Médias: Descontos de 0,2 (dois décimos), erros leves que se repitam constantemente ou erros que causem uma interferência mais notável na coreografia. Exemplo: Um ou outro momento de erro na execução técnica ou de movimento (esquecer a coreografia) por um ou mais componentes.
  • Graves: Descontos de 0,3 (três décimos), erros médios que se repitam constantemente, ou que causem o total descompasso estrutural e/ou rítmico na apresentação. Exemplo: componentes que perdem seus elementos; saiam do palco sem propósito ou problemas graves de execução técnica.

d) As coreografias poderão ter descontos máximos até alcançar a nota mínima de 6 (seis), o mesmo ocorrendo para a média final, sendo permitido, portanto, até 10 (dez) observações leves, 05 (cinco) observações médias e 03 (três) observações graves, se utilizado sistema manual de avaliação. No uso de sistema informatizado não haverá limites por grau, pois atingido o valor mínimo automaticamente será interrompido os descontos.

e) A Ficha de Avaliação Técnica, cujo avaliador é responsável por analisar as características de movimentos e a concepção coreográfica próprias da modalidade, sendo o único que poderá fazer observações sobre a criação e composição coreográfica, pois verifica o trabalho do “coreógrafo” no uso de técnicas e concepção da modalidade, possui os seguintes componentes coreográficos para ocorrências verificadas:

  • Técnicas e Movimentos: A qualidade, variabilidade e criatividade das técnicas e movimentos corporais utilizadas, de forma apropriada a modalidade e tema proposto;
  • Criação Coreográfica: Criatividade nos deslocamentos e desenhos coreográficos, utilização do espaço, dinâmica e conexões de sequencias, de forma apropriada a modalidade e tema proposto;
  • Figurino: Criatividade, impacto visual, utilização e adequação dos figurinos a modalidade e tema proposto;
  • Adereços e Cenografia: Criatividade, impacto visual, técnica de utilização e adequação (propósito) dos elementos e cenários de acordo a modalidade e tema da proposta apresentada.
  • Ritmo: A relação da música com o movimento, na utilização dos elementos rítmicos (tempo, contratempo, pausa e pulso) a partir da aplicação de ritmos regulares e irregulares, que variarão nas dinâmicas (curto, forte, rápido, fraco) conforme a modalidade e tema proposto;
  • Música: Adequação da música e/ou colagens/mixagens conforme a modalidade e tema proposto.

f) A Ficha de Avaliação Artística, cujos avaliadores são responsáveis por analisar as características de execução básicas de uma coreografia pelos bailarinos em seus aspectos artísticos apenas (desenvoltura cênica e artística), bem como a visão geral da apresentação (show), avaliando:

  • Postura e Expressividade: O uso equilibrado dos segmentos corporais de forma individualizada pelos integrantes. A diversidade da linguagem em dança, sem preestabelecer padrões. Elegância na condução e/ou realização dos movimentos acordo com a concepção coreográfica proposta. A “atitude” e expressão de acordo com o tema apresentado e a musicalidade. A presença cênica dos componentes;
  • Figurino, Adereços e Cenografia: impacto visual e problemas decorrentes de quedas, perdas ou mau funcionamento dos elementos;
  • Sincronia: A realização das técnicas e movimentos executados simultaneamente por todos ou partes de integrantes, de acordo com a proposta coreográfica.
  • Harmonia: Homogeneidade entre todos os integrantes (nível técnico, desenvoltura artística, noção espacial e correção coreográfica).
  • Impacto Artístico: A capacidade de entretenimento da apresentação, de impactar positivamente o público, a criatividade (não confundir com ineditismo) da proposta em soluções/inovações originais e criativas.
  • Ritmo: A relação dos movimentos com a música, na utilização dos elementos rítmicos (tempo, contratempo, pausa e pulso) a partir da aplicação de ritmos regulares e irregulares, que variarão nas dinâmicas (curto, forte, rápido, fraco).
  • Edição Musical: A qualidade da edição da música apresentada, com atenção aos recortes e colagens, sem causar cortes e mudanças destoantes, mantendo uma continuidade ou mudança de acordo com a proposta e que mantenha a boa fluidez da dança. Bem como o cuidado com a finalização que deve acontecer de forma natural e ajustada ao contexto coreográfico, evitando finais abruptos ou “duvidosos” (aqueles que não se sabe se é um erro, pausa ou o fim, pois a música prossegue).

Artigo 13º – Premiação por Noite

I) As premiações dos concursos ocorrerão até 40 (quarenta) minutos após a última apresentação da noite, iniciando pela Mostra Avaliativa e posteriormente seguido pela Mostra Competitiva.

II) As Notas de Corte para fins da premiação do padrão coreográfico específico nos Concursos que receberão um Troféu pela pontuação alcançada conforme segue:

a) NA MOSTRA AVALIATIVA:

 Parágrafo Primeiro. Considerando-se as seguintes colocações na Divisão Júnior:

  • 1º LUGAR – média igual ou superior a 8,5 (oito e meio);
  • 2º LUGAR – média igual ou superior a 7,5 (sete e meio);
  • 3º LUGAR – média igual ou superior a 6,5 (seis e meio).

Parágrafo Segundo. Considerando-se as seguintes colocações na Divisão Sênior:

  • 1º LUGAR – maior média igual ou superior a 9,0 (nove);
  • 2º LUGAR – média igual ou superior a 8,0 (oito);
  • 3º LUGAR – média igual ou superior a 7,0 (sete).

b) NA MOSTRA COMPETITIVA:

Parágrafo Primeiro. Notas de corte sendo consideradas para classificação apenas as 03 (três) maiores notas que obtiverem a média na Divisão Júnior, a partir de:

  • 1º LUGAR – média igual ou superior a 8,5 (oito e meio);
  • 2º LUGAR – média igual ou superior a 7,5 (sete e meio);
  • 3º LUGAR – média igual ou superior a 6,5 (seis e meio).

Parágrafo Segundo. Notas de corte sendo consideradas para classificação apenas as 03 (três) maiores notas que obtiverem a média na Divisão Sênior, a partir de:

  • 1º Lugar – maior média igual ou superior a 9,0 (nove);
  • 2º Lugar – média imediatamente inferior ao 1º lugar, igual ou superior a 8,0 (oito);
  • Lugar – média imediatamente inferior ao 2º lugar, igual ou superior a 7,0 (sete).

Parágrafo Terceiro. Nas competições especificas que não houver 1º e/ou 2º lugar, receberão premiações de 3ª colocação as coreografias subsequentes dentro dessa média, mantendo-se o limite previsto anteriormente.

Parágrafo Quarto. Nos níveis Infantil, Infanto-Juvenil e Master caso nenhuma coreografia atinja a nota de corte inferior, a maior nota acima de 6,0 (seis) será considerada 3º colocada.

III) Serão Premiados os seguintes Destaques Máximos, Gerais e Especiais para a MOSTRA COMPETITIVA:

a) Coreografias Destaques Sênior do Festival – As 3 (três) maiores notas entre as Coreografias Destaques da Divisão Sênior de cada dia. Receberão: Placa no Troféu Ponte Internacional Barão de Mauá e Troféu Personalizado para o 1º lugar, Troféu Especial para demais colocações e bonificação em dinheiro por colocação (3º R$ 250,00;R$ 350,00 e R$ 500,00)*; (valores a serem confirmados posteriormente)

b) Coreografias Destaques Júnior do Festival – As 3 (três) maiores notas entre as Coreografias Destaques da Divisão Júnior. Receberão:Placa no Troféu Ponte Internacional Barão de Mauá e Troféu Personalizado para o 1º lugar, Troféu Especial para demais colocações e bonificação em dinheiro por colocação (3º R$ 100,00;R$ 200,00 e R$ 300,00)*;(valores a serem confirmados posteriormente)

c) Coreografias Destaques Sênior do Dia – As 3 (três) maiores notas entre todas as coreografias dos níveis Juvenil, Adulto e Master apresentadas em cada dia do festival. Receberão: Troféu Especial para todos e bonificação em dinheiro para o 1º lugar (R$ 700,00)*;(valores a serem confirmados posteriormente)

d) Coreografias Destaques Júnior do Dia – As 3 (três) maiores notas entre todas as coreografias do nível Infantil e Infanto-Juvenil apresentadas em cada dia do festival. Receberão: Troféu Especial para todos e bonificação em dinheiro para o 1º lugar (R$ 400,00)*;

e) Destaques Gerais por Modalidade/Divisão – Maior nota da modalidade que houver mais de um participante dentro das respectivas divisões, tendo média acima de 8,5 (oito e meio) ou sem concorrentes que obter média acima de 9,0 (nove). Receberá: Troféu;

f) Melhor Figurino do Dia – Analisando: a adequação a dança e a proposta; impressão das formas e acabamentos; beleza e bom gosto; Criatividade. Não considerar o “luxo/requinte/estilista”. Escolha coletiva dos avaliadores entre todas divisões. Receberá: Troféu;

g) Bailarina Destaque Sênior – Caso alguma participante apresente destacadas qualidades técnicas e artísticas, devendo obrigatoriamente ter sido indicada também pelo avaliador técnico da respectiva modalidade. Escolha coletiva dos avaliadores. Receberá: Troféu e Mascote em Pelúcia;

h) Bailarino Destaque Sênior – Caso algum participante apresente destacadas qualidades técnicas e artísticas, devendo obrigatoriamente ter sido indicado também pelo avaliador técnico da respectiva modalidade. Escolha coletiva dos avaliadores. Receberá: Troféu e Mascote em Pelúcia;

i) Revelação Júnior – Caso algum (a) participante apresente destacadas qualidades técnicas e artísticas, devendo obrigatoriamente ter sido indicado (a) também pelo avaliador técnico da respectiva modalidade. Escolha coletiva dos avaliadores. Receberá: Troféu e Mascote em Pelúcia;

j) Coreógrafo Destaque por Diacoeficiente de desempenho (pontuação por cada respectiva colocação obtida sendo: 1 ponto para cada 3º lugar; 3 pontos para cada 2º lugar e 7 pontos para cada 1º lugar) + média notas avaliadores técnicos + extra destaque modalidade (2 pontos) + extra destaque coreografia (4 pontos) se for o caso. Em caso de empate seguir os critérios de desempate, permanecendo: decisão dos avaliadores. Receberá: Troféu e convite para abertura da próxima edição;

IV) Em casos de empate, serão utilizados os seguintes critérios para desempatar:

  • 1º – Maior nota do avaliador técnico;
  • 2º – Maior nota entre os demais avaliadores, assim, por conseguinte, até a última nota ser considerada;
  • 3º – Maior nº de componentes na coreografia;
  • 4º – Menor nº de erros graves, erros médios e leves, nessa ordem, até o desempate;
  • 5º – Permanecendo a igualdade, os dois serão considerados empatados e dividirão a premiação da respectiva colocação. Caso ocorra no 1º e/ou 2º lugar não teremos 3º colocado, caso ocorra na 3º colocação serão 4 premiados. Exceção para as premiações especiais onde a banca avaliadora deverá obrigatoriamente realizar desempate por escolha colegiada em maioria absoluta de votos.

Artigo 14º – Reunião Geral e Reunião das Avaliações

I) Reunião Geral: no primeiro dia do evento será realizada uma reunião técnica com a finalidade de apresentar as características do festival, da metodologia de avaliação, dos sistemas de avaliação e das premiações, sendo apresentada pelo Comitê Organizador para os Avaliadores e Diretores das Escolas/Grupos/Cias participantes, afim de sanar dúvidas e ajustar procedimentos.

II) Reunião das Avaliações: Nos dias posteriores as apresentações oficiais, serão realizadas reuniões privadas da banca de avaliação com os representantes das Escolas/Grupos/Cias, sendo observados os seguintes procedimentos:

a) Agendamento: das 8h às 9h do dia seguinte as apresentações, por ordem de solicitação;

b) Tempo: até 4 coreografias (10 min); até 12 coreografias (15 min); até 20 coreografias (20min);

c) Integrantes: será permitido o limite máximo de 04 representantes por Escolas/Grupos/Cias;

d) Funcionamento: Os grupos deverão retirar dúvidas pontuais sobre os comentários, não sendo permitido “reavaliações” ou “reanálise” sobre os áudios completos de cada avaliador, afim de garantir a fluidez e dinâmica do processo. Grupos agendados que não comparecerem à reunião perderão o direito de participar dos demais encontros, incluindo a edição subsequente do evento que se inscrever;

e) Conduta: Todos envolvidos deverão manter a devida ordem e respeito mútuo, onde quaisquer atos que infrinjam essa determinação serão analisados pelo COJED que poderá considerar a automática desclassificação dos envolvidos e a respectiva entidade que representa, bem como pelo banimento por tempo indeterminado de participações em futuras edições.

Artigo 15º – Ingressos

I) INTEIRO: Respeitando-se o limite de capacidade do Teatro, serão comercializados apenas 400 ingressos para cada dia de Festival nos seguintes valores:

  • 300 CADEIRAS NUMERADAS TÉRREO: R$ 60,00.

II) PROMOCIONAL ANTECIPADO*: na doação de R$ 3,00 para auxílio na compra de cestas básicas a serem distribuídas às instituições assistenciais da cidade de Jaguarão.

  • CADEIRAS NUMERADAS TÉRREO: R$ 22,00; (valor final R$ 25,00 [22+3])

*Promocional válido até o dia 19 de maio de 2021 ou esgotamento dos ingressos.

III) EXCLUSIVOS: As galerias são exclusivas para bailarinos, diretores, coordenadores, auxiliares e coreógrafos inscritos no festival e, portanto, não serão comercializadas, cabendo, contudo, ser observado o limite máximo de 200 lugares.

IV) MEIA-ENTRADA: é o benefício concedido até 40% dos ingressos de cada dia (exceto promocional) em conformidade com o previsto nas seguintes legislações vigentes: LEI FEDERAL Nº 12.933, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013, LEIS ESTADUAIS Nº 13.104 e Nº 13.891, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2008 e LEI MUNICIPAL Nº 6431 DE DEZEMBRO DE 2016.

Artigo 16º – Informações Gerais

I) O Festival não se responsabilizará pelas compras de DVDs, fotos e outros produtos realizados pelos participantes junto aos comerciantes e prestadores de serviço terceirizados do evento;

II) A organização do evento não se responsabiliza por objetos esquecidos nas dependências do evento, solicitando que cada escola tenha um coordenador responsável, para evitar maiores transtornos;

III) As “torcidas” não poderão fazer uso de papel picado, sinalizadores, buzinas e raios laser, devendo respeitar as apresentações dos grupos concorrentes, sob penalização de exclusão ou desclassificação das coreografias inscritas, bem como a retirada do local;

IV) Todos os participantes do evento comprometem-se a ceder as imagens para a utilização na promoção e divulgação do evento nesta e em outras edições;

V) Qualquer ato de indisciplina praticado por algum participante acarretará na desclassificação automática e no banimento do evento, por tempo indeterminado;

VI) Os participantes aceitam todas as condições e regulamentos deste festival ao realizarem suas respectivas inscrições.

Artigo 17º – Comitê Organizador Geral

  • Direção Geral: Tiago Coimbra
  • Direção Artística: Luiza Araujo
  • Diretor de Infraestrutura e Apresentador: Luciano Chaves
  • Coordenador de Som e Luz: Abelardo Oliveira
  • Equipe de Apoio: Ayuni Studio de Dança

Artigo 18º – Das Decisões e Casos Omissos 

I) Casos omissos a esse regulamento serão resolvidos pelo Comitê Organizador do Jaguarão em Dança;

II) Nenhuma Coreografia será reavaliada para alteração de notas e médias finais;

III) As decisões do Comitê Organizador são soberanas e irrevogáveis.